COOPERATIVAS
 se mantêm FORTES em tempos de crise.

Sistema OCB/PE - Notícias

Contribuições 2018

O Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Pernambuco (OCB/PE) divulga o guia de contribuições 2018. Acesse a íntegra do documento clicando AQUI.

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Presidente da república sanciona PLP 100/2011

Brasília – O ano de 2018 começou muito bem para as cooperativas de crédito. É que, a partir de agora, elas estão oficialmente autorizadas a captar depósitos dos entes públicos municipais – prefeituras e suas autarquias, por exemplo. A boa notícia foi publicada hoje (5/1) no Diário Oficial da União, em forma da Lei Complementar nº 161, antigo PLP 100/11, quando era apreciado na Câmara dos Deputados, e PLC 157/17, quando foi analisado pelos senadores. A nova lei já está em vigor.

A captação desses recursos municipais está limitada, segundo a lei, ao valor hoje garantido pelo Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito (FGCoop) por depositante, seja ele pessoa física ou jurídica – R$ 250 mil. Para montantes superiores a esse valor, o dispositivo abre a possibilidade para o Conselho Monetário Nacional (CMN) disciplinar, por meio de regras prudenciais, como as cooperativas de crédito poderão fazer a captação.

FRENCOOP

A conquista é um marco histórico para o cooperativismo brasileiro, especialmente para o Ramo Crédito. “A OCB, com o apoio fundamental da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), conseguiu mostrar ao Congresso Nacional a relevância das cooperativas de crédito para economia dos municípios, sendo que em mais de 500 deles, essa conquista representa a sobrevivência econômica da região”, avalia o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Durante todos os seis anos de tramitação do antigo PLP 100/11, a matéria contou com o importante apoio dos parlamentares da Frencoop, especialmente, dos deputados Domingos Savio (MG), autor do texto, Osmar Serraglio (PR), relator no âmbito da Câmara e Evair de Melo (ES), autor da emenda que possibilita às cooperativas de crédito gerirem os recursos do Sescoop. No âmbito do Senado, quem atuou com destaque foi o senador Waldemir Moka (MS).

NA PRÁTICA

O presidente do Sistema OCB reforçou que, graças à nova lei, as prefeituras, suas autarquias e empresas públicas locais de centenas de municípios que não contam com atendimento bancário, nem mesmo o tradicional, feito por instituições financeiras privadas ou públicas, poderão gerir seus recursos em um banco cooperativo.

“As cooperativas de crédito já estão nessas localidades, suprindo a lacuna deixada pelo Estado, por meio de suas instituições financeiras oficiais. Para se ter uma ideia, em 564 cidades brasileiras, a única instituição bancária é uma cooperativa e isso faz com que as prefeituras tenham de gerir seus recursos em bancos localizados em outras cidades. A gestão dos recursos públicos desses lugares acaba sendo penaliza, sem falar nos servidores que dependem de um banco oficial para resolver suas questões financeiras e não têm”, explica.

A partir de agora, as prefeituras poderão, por exemplo, realizar o pagamento dos servidores públicos municipais diretamente nas cooperativas. Até então, conforme o parágrafo 3º, do artigo 164, da Constituição Federal, esses recursos só poderiam ser depositados em bancos oficiais.

SESCOOP

A Lei Complementar nº 161/18 também autoriza as cooperativas e os bancos cooperativos realizarem a gestão das disponibilidades financeiras do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). Antes, esse tipo de operação não era possível, o que, para os cooperativistas, representava um contrassenso.

“Como as cooperativas não podiam gerir os recursos que vêm delas mesmas? A partir de agora, os recursos do “S” do cooperativismo, que é o Sescoop, e que, até então, eram geridos por bancos públicos oficiais poderão ser geridos, a pelas instituições financeiras cooperativas. Isso é mais do que justo, afinal, somos um movimento que acredita em um modelo de negócio realmente humanizado e por meio do qual todos ganham”, conclui Márcio Freitas.

 

REPRESENTATIVIDADE

 

Distribuídas por todo país, as cooperativas de crédito, instituições financeiras sem fins lucrativos, reguladas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil, reúnem mais de 9 milhões de cooperados, com ativos, em 2017, na ordem de R$ 220 bilhões, depósitos de R$ 103 bilhões e empréstimos de R$ 81 bilhões, estando presentes e devidamente estruturadas em aproximadamente 95% dos municípios, com mais de 5,5 mil pontos de atendimento.

 

*Com informações do Somoscoop.coop.br

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OCB/PE divulga comissão eleitoral para o pleito 2018

O Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Pernambuco (OCB/PE) a comissão eleitoral responsável pela condução do pleito 2018. A comissão foi criada de acordo com o critério das mesorregiões de Pernambuco, considerando as deliberações do Conselho Diretor, conforme reunião realizada em 18 de dezembro de 2017.

 

Confira AQUI o documento na íntegra.

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Em última reunião do ano, Sistema OCB/PE faz encontro dos Conselhos

Pela primeira vez, o Sistema OCB/PE fez uma assembleia conjunta entre o Conselho de Administração e Fiscal do Sescoop/PE, além do Conselho Diretor da OCB/PE. A reunião foi uma grande confraternização entre os dirigentes que representam o cooperativismo pernambucano. Somado ao momento de congregação, cada grupo pode saber a pauta das outras entidades e opinar sobre o trabalho realizado. A assembleia foi coordenada pelo presidente do Sistema OCB/PE, Malaquias Ancelmo de Oliveira, com o apoio da superintendente da casa, Cleonice Pedrosa, além do gerente de operações do Sescoop/PE, Airon Dias.

A primeira pauta debatida foi do Conselho de Administração do Sescoop/PE. Um dos primeiros pontos foi o cronograma de reuniões do grupo durante o ano de 2018. O primeiro encontro será no dia 22 de fevereiro. A última pauta, de acordo com o cronograma previamente montado, será debatida no dia 15 de dezembro. No mesmo momento também foi possível observar o cronograma montado para o Conselho Fiscal. A primeira reunião do grupo acontece no dia 26 de fevereiro e o último acontecerá no dia 15 de dezembro. Sem problemas, o calendário foi aprovado pelos Conselhos.

Após a aprovação, a direção do Sescoop/PE divulgou a resolução, de número 1668/2017, enviada pelo Conselho Nacional do Sescoop, que dispõe sobre a aprovação e valor da proposta orçamentária do Sescoop/PE para o ano de 2018. O valor aprovado foi de R$ 6.930.002, que será concentrado em ações para promover a cultura cooperativista e o aperfeiçoamento da gestão e desenvolvimento das cooperativas brasileiras.

“Esse orçamento aprovado pela unidade nacional ajudará o cooperativismo na ampliação do acosso das cooperativas às soluções de formação e qualificação profissional, além no monitoramento de desempenho e resultados com o foco na sustentabilidade das cooperativas”, enumerou Malaquias Ancelmo de Oliveira.

Também foi divulgado ao grupo uma missão de estudos internacional, que acontecerá no fim do mês de fevereiro. Um grupo de 30 gestores de cooperativas, de todo o Nordeste, irá até a cidade de Lisboa, capital da Portugal, onde passarão oito dias na Católica Lisbon School of Business & Economics, para participar de um curso sobre o desenvolvimento em gestão e liderança, Gestão em Saúde para Médicos, além de um programa avançado de gerenciamento. Essa viagem faz parte do de um desafio a ser superado para profissionalizar a gestão das cooperativas e a governança do sistema cooperativo. As cooperativas pernambucanas estarão bastante representadas dentro da comitiva, de acordo com o Malaquias. 

Para o representante dos empregados das cooperativas do Conselho de Administração, Marcelo de Castro, juntar os conselhos foi uma grande ideia do Sistema. “Dessa forma, todos sabem o que cada Conselho está debatendo. Às vezes, queremos discutir um assunto, mas não sabemos se ele já foi visto ou como os colegas observam tal ponto de vista. Com um maior número de pessoas participando, o cooperativismo só tem a ganhar”, enalteceu o conselheiro. 

O ponto de vista de Marcelo também foi acompanhado pelo Conselho Diretor, pelo menos, foi o que garantiu a conselheira Maria do Amparo. “Quando juntamos os Conselhos, podemos opinar em vários pontos de vista. Há determinados assuntos que não podemos votar, por ser de matéria competente de apenas um grupo, porém, o nosso ponto de vista é escutado, fortificando o trabalho que podemos fazer em prol do crescimento”, ratificou a conselheira. 

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